Jovens ganha dinheiro e viaja o mundo jogando Clash Royale, narrando e transmitindo partidas de videogame não são nenhuma novidade. Mas enquanto os mais conhecidos streamers e “casters” se dedicam a “League of Legends” e “CS”, Bruno Veiga Lopes, 34, é um narrador de “Clash Royale”, o popular game da Super Cell.
Os fãs do game o conhecem pelo apelido “Bruno Clash” e acompanham diariamente seus vídeos no YouTube.
Bruno começou fazendo vídeos para se divertir com os colegas de “Clash of Clans” e depois, “Clash Royale“. Por conta do jogo, já viajou para a Alemanha, Inglaterra, Finlândia e, em breve, Coreia do Sul, sempre para acompanhar torneios do game de celular.
Antes do sucesso no YouTube, Bruno era bancário e comprador de serviços de tecnologia. “Acabei deixando o emprego e virando youtuber, me dedicando mais para alcançar meu sonho. Com certeza sou muito mais feliz hoje”.
Já vi pessoas cobrarem R$ 50 mil por um vídeo. Mas já cobrei US$ 50 para fazer um trabalho. Hoje eu consigo tirar o valor do salário que eu ganhava e um pouco mais, dá para ficar tranquilo.
Bruno conta que teve dúvidas no começo e levava a carreira de narrador de “Clash Royale” em paralelo com o emprego, já que tem família para cuidar e contas para pagar. “É um negócio muito novo. Mas não me arrependo da escolha e hoje consigo sustentar minha família com o que eu faço.”
O canal de Bruno Clash no YouTube tem pouco mais de 800 mil inscritos e publica vídeos diariamente. Mas ele chamou a atenção da Super Cell por conta da qualidade dos vídeos, pois na época seu canal não era tão grande, tinha cerca de 200 mil inscritos.
“Você não pode entrar nessa pensando só em ter milhões de inscritos, em fazer sucesso e ganhar dinheiro. Tem que gostar do que faz, por que você vai fazer isso o tempo todo, não vai ter feriado, Natal, folga. Tem que fazer com muito amor, se divertindo. O público reconhece isso e abraça”.
Ele diz gostar de “Clash Royale” por que é um jogo que não obriga você a gastar para permanecer competitivo. “Todo mundo que se dedica consegue personagens do nível mais alto”, explica. “E nos torneios, o jogo é equilibrado, então não adianta você chegar com cartas de nível 13, se todas vão ser niveladas para o nível 9, por exemplo”.
Mesmo o equipamento não faz tanta diferença quanto em um “LoL” ou “Rainbow Six”. Bruno diz que gosta de jogar no tablet para fazer seus vídeos, mas que qualquer smartphone capaz de rodar “Clash” serve para competir. “O importante é ter uma conexão com a internet boa, afinal, as partidas são online e é tudo sem fio”.
E aí gostaria também de viaja o mundo jogando Clash Royale?
Fonte: UOL JOGOS
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